Sueli de Moraes
Artista de meus sentidos sem sentido algum... Percorro caminhos e espaços através das muitas linguagens que a arte me permite com um desejo íntimo de levar pessoas à experiência do sentir. Ver o invisível, desejar o infinito e verdadeiramente sentir o prazer de estar viva é fazer-me cidadã do mundo controlando um lápis, uma caneta, um pincel ou um vergalhão. Tira-me isso e não e s t a r e i eu.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
farta
Quanta imaginação precede o destino...
ele
no riso se farta.
O corpo falido revela
: lucidez finita.
É a dor anunciando retorno.
ele
no riso se farta.
O corpo falido revela
: lucidez finita.
É a dor anunciando retorno.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Porto Alegre, muito prazer!
Nosso Brasil é lindo! As cidades que tive o prazer de conhecer nestes últimos dias estarão em minha memória como uma passagem de momentos e pessoas especiais.
As pessoas são lindas e para conhecê-las precisamos apenas da oportunidade. Daquele momento certo, sabe...
Ver e ouvir o Nathan agradecer a Deus por cada refeição foi uma das coisas mais inesquecíveis, sensíveis e impagáveis que eu pude vivênciar. Presenciar também o bom humor, amor e tolerância que ainda permanece em algumas famílias foi revigorante.
Obrigada Duda, Mari, Juju e Nathan pelos dias intensos!
As pessoas são lindas e para conhecê-las precisamos apenas da oportunidade. Daquele momento certo, sabe...
Ver e ouvir o Nathan agradecer a Deus por cada refeição foi uma das coisas mais inesquecíveis, sensíveis e impagáveis que eu pude vivênciar. Presenciar também o bom humor, amor e tolerância que ainda permanece em algumas famílias foi revigorante.
Obrigada Duda, Mari, Juju e Nathan pelos dias intensos!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Respondendo a pedido fiz breve alteração no texto
A princípio, após tantos ‘ensaios’ e carregada de histórias nutridas por sentimentos distintos, variados também em intensidade e tempo estava confusa, mas penso caminhar para uma conclusão e, é isto que compartilharei a seguir.
É fato que com tudo o que já passamos juntos e separados cada um aceitou (ou não) sua sorte e a suporta até hoje com seu peso e sua grandeza e talvez como recompensa, ganhamos experiência, (re)conhecimento, amadurecimento e, sobretudo o verdadeiro amor. Família abençoada eu ousaria dizer.
É fato que com tudo o que já passamos juntos e separados cada um aceitou (ou não) sua sorte e a suporta até hoje com seu peso e sua grandeza e talvez como recompensa, ganhamos experiência, (re)conhecimento, amadurecimento e, sobretudo o verdadeiro amor. Família abençoada eu ousaria dizer.
Pensar que mesmo com duas ausências permanentes nós nos mantivemos unidos! Não é para qualquer família. Apenas para àquelas que se edificam sobre bases sólidas de amor e respeito. Só por isso, um brinde por mês deveria ser erguido.
Mais um final de ano se aproxima e já esperamos nosso jantar, aquela correria e casa com gostinho de aromas conhecidos misturados à melancolia e felicidade. Correria também de nossas crianças que hoje conta com uma ala feminina linda e em doses hormonais ‘cavalares’ em busca dos últimos retoques para iniciarem o ano com o pé direito e da forma mais incrível que elas poderiam pensar... assim como estrelas em noite quente de verão. Contamos com a menor e não menos importante ala masculina, mas que também se apresenta bem mais cedo para o ritual da meia noite com cabelos bem arrumados e perfumando o ar por onde passam.
É até divertido nós (as mães) trabalharmos tanto e a ceia durar tão pouco e fazemos por prazer ao som dos gostos musicais ecléticos (e cá entre nós, agradeço imensamente as intervenções do Neco sem as quais – confesso; sucumbiria! rs). É claro que as preocupações e dúvidas preliminares acontecem como tradição; “aonde será este ano?”, “o que faremos para o jantar?”... enfim, sem contar com o ‘balanço’ que nós irmãs aproveitamos para fazer de nossas vidas e a de cada membro da família. Hoje, com certeza nossas conversas servem simplesmente para amenizar dores. Não existe a menor possibilidade de camuflar mais nada como antes. Não há o que esconder ou se envergonhar. CUM PLI CI DA DE. Essa é a maior das riquezas daquele que mamãe chamava de a máquina de fazer monstrinhos: o Tempo. É assim que sinto.
Ano passado, lembro bem que estava indignada com as escolhas de uma de minhas irmãs e como alguém que soubesse tudo da vida, invadi a dela com os meus achismos. Sinto muito por isso e Graças a Deus sobra amor naquele coração o que me permite sentir ter sido perdoada.
Todo ano tem a bola da vez. Este pelo que percebi já temos um! Acordei nesta madrugada e fiquei pensando nisso que estou a escrever agora. Sobre escolhas. Estas que envolvem pessoas e que sempre são assim: uns ficam tristes, outros felizes. Esquecemo-nos do alguém que possa estar sofrendo a pressão da escolha e da dúvida.
Queria encontrar humor nesta história para que este alguém ficasse confortável e imaginei um campo de futebol onde de um lado estivessem Sueli, Natali, Gi, Verinha, Brena, Naiara, Marli, Bárbara, Elisandra, Kel, Quila, Manú, Isva, Nicoli, Branca, Danni, Kika vestindo a camisa vermelha do Sangue nos Zóio (e é zóio sem ‘s’), do outro lado do campo o outro time vestindo a camisa branca do Sem Muvuca e no meio do campo a ...............Bola!!! Essa imagem me pareceu bem engraçada e quero que apenas isso fique na mente de todos.
Sinta o nosso amor! Agradeço por todos os outros anos que esteve conosco.
Texto tendencioso é claro, mas se não o fosse, eu não seria uma Moraes não é verdade?Sinta o nosso amor! Agradeço por todos os outros anos que esteve conosco.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Obra Prima
No trem com duas mochilas atravessadas em cruz ao peito, agarrava com a mão esquerda a barra de alumínio na tentativa de equilibrar meu corpo que vinha com o braço direito para cima, segura de que assim, minha mão estaria salva de qualquer atrito, pois vinha lambuzada de pomada para queimaduras. Verdadeira posição de mastro de barco o que atraia olhares curiosos!
Momento: baldeação Barra Funda/ Luz.
Cenário: pessoas alucinadas e afoitas entravam em busca de assento e outras (eu) que tentavam sair do vagão. Foi neste momento que um homem na tentativa de entrar, agarrou o meu braço com firmeza, segurou-o ainda mais alto do que já estava e conduziu-me como numa dança para fora do vagão. Em segundos, soltou-me sumindo na multidão. Imediatamente me virei para um agradecimento, mas não identifiquei a pessoa. Lembro apenas da cor vermelha da manga de sua blusa.
Sorri, procurei por mais duas vezes alguém que me devolvesse o olhar, mas não houve recíproca. Fiquei horas com uma sensação boa, por ainda crer que o ser humano é a mais linda obra criada por Deus.
domingo, 30 de outubro de 2011
Interesso-me por luz verdadeira. Esta...Permanece!
Pensava aqui com meus botões sobre os diferentes tipos de iluminação e resolvi escrever sobre os das vias públicas desde a minha infância aos dias de hoje. Na minha rua haviam postes de madeira e pendurado no alto, uma lâmpada redonda de luz amarela protegida por uma saia de ferro - tipo uma toquinha da vovó! Aquela iluminação deixou marcas boas em minhas lembranças. Permanece.
Anos mais tarde, aqueles postes foram trocados por postes de concreto e sua luz era branca. Tão iluminada ficava nossa rua que eu e a criançada acabávamos por brincar até tarde principalmente nas noites de primavera e verão. Iluminação que grava memórias boas. Permanece!
Em São Paulo os antigos, belos e charmosos postes de energia, feitos de ferro implantados na cidade em 1927 e que funcionavam por óleo de mamona e de animais, garantem nos dias de hoje através de nova tecnologia uma iluminação com atmosfera elegante ao anoitecer. Esta... Permanece.
Luz dos fogos de artifícios. Ah...estes para mostrarem sua luz precisam e se aproveitam do palco e suporte mais lindo da noite, porém, apesar de espetaculares são fugidios e efêmeros. Iluminação que não grava boas memórias. Não Permanece!
Anos mais tarde, aqueles postes foram trocados por postes de concreto e sua luz era branca. Tão iluminada ficava nossa rua que eu e a criançada acabávamos por brincar até tarde principalmente nas noites de primavera e verão. Iluminação que grava memórias boas. Permanece!
Em São Paulo os antigos, belos e charmosos postes de energia, feitos de ferro implantados na cidade em 1927 e que funcionavam por óleo de mamona e de animais, garantem nos dias de hoje através de nova tecnologia uma iluminação com atmosfera elegante ao anoitecer. Esta... Permanece.
Luz dos fogos de artifícios. Ah...estes para mostrarem sua luz precisam e se aproveitam do palco e suporte mais lindo da noite, porém, apesar de espetaculares são fugidios e efêmeros. Iluminação que não grava boas memórias. Não Permanece!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Moitas, Guizo e Lusco-Fusco
Houve um tempo que em meus ombros carreguei um homem com os pés doentes.
Pela madrugada e por quilometros numa estrada escura eu ouvia o que pensava ser um guizo anunciando o bote.
Pavor!
Alívio; eu via os pirilampos.
Pela madrugada e por quilometros numa estrada escura eu ouvia o que pensava ser um guizo anunciando o bote.
Pavor!
Alívio; eu via os pirilampos.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
silhouette
..e a partir de então, uma nova história.
Com elas e suas palavras
Desenhos rabiscados:
Voilà!!!
Contornos femininos.
Com elas e suas palavras
Desenhos rabiscados:
Voilà!!!
Contornos femininos.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Trabalho produzido para a Segunda "Ocupação Cuiabá 153"
Mistério
...
Viver com pessoas (outras)
para que eu aprenda com elas
o que me parecer digno de aprendizagem
e amá-las.
A IRONIA.
Diante de assuntos grandes e sérios
a intimidade excessiva com a ironia
torna-se Pequena e Desamparada.
Na verdade quero dizer:
Cansativa
Um saco
Enfadonha
Uma bostaaaaaaaaa.
Cada um em Seu TEMPO.
T E M P O
*Duvido que o cinismo completo seja possível no fazer artístico
exceto como um "tour de force" para provar sua possibilidade.
Portanto...
A MINHA DOR?
É a minha dor. (Ponto)
Não perca tempo falando dela.
Afinal, é apenas um drama ridículo.
O mais interessante dessa pseudo opereta
é
perceber
o maquinário (todo) usado para um único
MARIONETE.
Um doce Marionete.
...
Andar.
Cair.
Levantar.
Olhar.
Ver.
Amar.
Simplesmente assim. Amar.
Simples. E daí?
Quem paga minhas contas?
* talvez Belting ou Greenberg/não lembro. sei que concordo e gosto.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Serigrafia
Olá meus amigos!
As turmas de serigrafia inciam suas atividades no dia 15 de março. Aproveite e marque seu horário. São tantas as possibilidades da serigrafia que vocês irão produzir muitas coisas e em suportes inimagináveis!!!
Eu e o mestre Zeca estamos carregados de energia para compartilhar com vocês.
grande abraço!
As turmas de serigrafia inciam suas atividades no dia 15 de março. Aproveite e marque seu horário. São tantas as possibilidades da serigrafia que vocês irão produzir muitas coisas e em suportes inimagináveis!!!
Eu e o mestre Zeca estamos carregados de energia para compartilhar com vocês.
grande abraço!
terça-feira, 8 de março de 2011
quatro vidas femininas em um buraco profundo e a opressão pairando na luz
Esta xilogravura é minha homenagem à todas as mulheres do mundo. Na imagem existem quatro delas. Basta observar.
Não tenho conhecimento se a história que deu origem ao dia Internacional das Mulheres se repetiu nos dias atuais, mas acredito que a opressão pode nos levar a um buraco tão profundo que quase não dá para respirar e assim...
Esta xilo que faz parte de um tríptico é a prova de que nós mulheres temos força para agarrar no que for possível e superar qualquer profundidade. Eu agarrei uma caneta e um bloco de papel e fiz três desenhos em menos de quinze minutos. Os outros dois estão na 'quarentena'.
beju
Suca
segunda-feira, 7 de março de 2011
Sempre com bom humor
Café com pão, café com pão, vixe Maria, que foi isso maquinista?
Lá vem o trem, lá vem o trem, cadê o trem? Lá foi o trem. Que trem? Era o metrô. Era o metrô. Era o metrô!!!
Alguém ficou. Alguém ficou. Quem ficou? Fui eu, mulher. Fui eu, mulher. Sou eu mulher, Sueli.
Fiquei aqui,
ali,
to aqui.
O metrô passou, o cabelo voou, mas o lenço ficou.
O treinamento é bom, o desenho é bom. Tudo vai bem, meu bem!
Que bom; coma bombom.
*Encontrei esse pequeno texto que escrevi em 2005 e digo: é muito bom encontrar coisas. Acredito que o bom humor pode ser o crivo da boa convivência.
Hoje eu precisava encontrar "coisas"...quinta-feira, 3 de março de 2011
"cara" de outono
Acordei com meu celular tocando. Já passava das nove horas. Pedi ao amigo que aguardasse meu retono para quando estivesse bem acordada (isso aconteceu apenas às quinze horas). De fato levantei, tomei meu habitual banho, cuidei do cabelo, protetor solar e fui preparar o café. Nada de pão e então, a cor cinza do dia, o friozinho com "cara" de outono me fizeram preparar os crepes que normalmente faço aos domingos e que são devorados pelas meninas com geléia e mel. Trata-se de uma receita inventada por mim e duvido muito que esta eu passe adiante (rs). Esse clima de outono que sugere coisas 'para fazer num lar' também mexeu com a Brena que fez supermercado sozinha pela primeira vez guardou toda a despesa e ainda fez petit gateau!!!
Enquanto saboreava a delicadeza não pude deixar de observar o pote de sorvete vermelho aproveitei (como sempre\) para participar com um desenho gráfico que segue nas fotos.
Gostei do meu dia com "cara" de outono porque eles são aconchegantes com "cara de lar"!
Enquanto saboreava a delicadeza não pude deixar de observar o pote de sorvete vermelho aproveitei (como sempre\) para participar com um desenho gráfico que segue nas fotos.
Gostei do meu dia com "cara" de outono porque eles são aconchegantes com "cara de lar"!
terça-feira, 1 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Alpharrabio 19 anos
Desenhar pessoas (as que posam ou as que não sabem que estão sendo desenhadas) é muito bom.
Abaixo uma pequena homenagem a esta mulher que a 19 anos nos presenteia com o Alpharrabio.
Ela já foi homenageada pela câmara dos vereadores, mas nunca é demais demonstrar nosso carinho às pessoas que amamos. Cabe lembrar que a segunda da esquerda para direita também merece homenagem, mas se cito seu nome corro o risco de acabar nos tribunais...basta dizer que estou usando sua imagem sem autorização! ai de mim
Ontem tive o prazer de apreciar novamente algumas obras de João Suzuki e celebrar junto a amigos o aniversário do Alpha. Foi tudo tão bom que voltei para casa carregada de vontade de trabalhar.
E foi que eu fiz!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Serigrafia
Pessoas! O curso têm a duração de 8 dias e é você quem decide o dia e horário. Estaremos à disposição nos dias e horários indicados no convite.
Valor R$200,00
Como já mencionei enquanto a prensa não chega para início das oficinas de gravura, meu amigo Zeca resolveu provar a quem estiver interessado que na serigrafia também existe perda de material e portanto, deveria ser considerada uma linguagem da arte nobre como as primas xilo, linóleo, calco...
Aprender mais uma técnica que possa agregar novas possibilidades em nossa arte é sempre muito bom.
Sejam bem vindos.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O primeiro beijo
Quem esquece aquele que foi a estrela de suas noites, de seus pensamentos durante horas, que tirou seu fôlego, sua curiosidade e que te fez desejar mais, mais e mais? Não dá para esquecer o primeiro beijo da adolescência.
Morria de medo e vergonha quando era observada e desejada. Pensava que morreria e que nunca saberia dar e receber um beijo de língua. Imaginava e até mesmo sonhava, as amigas explicavam e finalmente aos 18 anos fui beijada pelo Edson. Detestei! Aquela bocarra parecia querer engolir meu rosto inteiro e para isso contava com uma língua que umedecia as partes prováveis da comilança. Pior foi ouvir seu pai (que nos viu naquela situação) me orientar nos cuidados que eu teria que ter com o filho. Bastou. Foi o primeiro e o último beijo que eu daria no garoto. Recebi flores, cartas, lágrimas em meu portão. Nada daquilo mudou minha intenção de ficar bem distante daquela língua assustadoramente investigadora.
Os beijos que se seguiram foram poucos. É verdade! Desse primeiro até a boca que eu beijaria por 24 anos seriam apenas três e dessas gostei de uma. E como sou uma pessoa tranqüila sem as neuras que acometem boa parcela das mulheres sem uma boca diária para seus beijos, ano passado beijei apenas a boca do Sergio. Muitos e deliciosos beijos em 2010 naquela boca que me fez sentir uma quantidade gigante de borboletas farfalhando dentro de mim quando nossas línguas se encontravam.
Ontem, após uma pausa para balanço de três meses uma boca pediu a minha. Tanta insistência num sorriso maroto num corpo de homem que sabe exatamente o que procura que acabei cedendo ao encantamento de uma dança desajustada ( no mínimo alegre) e permiti que nossas bocas se tocassem, as línguas se descobrissem e que os beijos se desenhassem em nossas mentes.
Foi meu primeiro beijo de 2011. Foi na boca do Bruno. Acalmem-se família, não foi o nosso Bruno. Foi um Bruno bem parecido em tamanho, juventude e hormônios. Para que resistir? Afinal, a espera é difícil, mas é melhor esperar dançando! Ou seria... beijando?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Imprecisões poéticas sobre um trabalho de Sueli de Moraes na Exposição Bem mais Perto (Casa do Olhar, setembro 2010, Santo André) Dalila Teles Veras
recortes, re-cordis
alcova partida ao meio
(re)cortes
pira acesa
memória e esquecimento
fogo-fátuo
a céu aberto
indicação de cadáver
em noite de cristal
incertos passos retratados
arte precisa
risca cruzes no asfalto
sobre/ vida
nas incisões na madeira
eternizada
manhã, já
aurora onde o sofrer arrefece
a noite de São Bartolomeu
Ariadne
tece
em dourado, a vida
fiada e reconduzida
ainda que
não reconhecida
por Teseu
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Decepção. Como fugir dela?
Faz algumas horas recebi uma notícia que fez esmorecer uma amizade que parecia ir tão bem. Anterior a esta já havia recebido outra das mesmas pessoas, mas dificilmente deleto as pessoas de minha vida, portanto persisti. Talvez tenha conseguido deletar duas pessoas apenas; José Antonio e Mônica - mesmo assim a palavra deletar não seria a mais apropriada nos dois casos visto que guardo boas lembranças de ambos com carinho fraternal.
A decepção e sensação de ser enganada foram tamanhas que mexeu com meu equilíbrio motor. Tão infame que sinto náuseas em pensar e quer saber? Recuso-me a aceitar o fim do homem! Por isso continuarei a acreditar sempre nas pessoas até que elas provem o contrário como foi o caso. E quando novamente acontecer aceitarei o fato de serem seres humanos tanto quanto eu e que erram, erram, erram e aprendem um dia.
Vou comer alguma coisa, pois to achando que esse desequilíbrio motor pode e deve ser fome, isso sim!...bj.
Dá para deixar de acreditar no ser humano?
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
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